Abri a camisa de botão do filho do lenhador, e o beijei no
pescoço. Deslizei sobre suas pernas uma das minhas mãos e fui subindo-a até o
interior de suas coxas. Uma forte excitação nos tomou.
Prossegui colocando minha mão dentro de sua ceroula. O filho
do lenhador me acompanhou reproduzindo em meu corpo os movimento que eu fazia
ao tocá-lo.
Diferente da noite anterior,a culpa não me veio a cabeça. Não
tive medo de meu amigo,confiava totalmente nele. Beijei seus lábios. Eram
macios e quentes. Sua língua acompanhava minha boca em sincronia perfeita. Com
ele eu pude, verdadeiramente,me sentir homem.
deitamos no chão e nossa mão deslizava pela grama verde e
úmida pelo sereno da noite até que toquei em um cogumelo de um vermelho vivo.
Era pequenino e havia algumas pintinhas brancas. Nunca eu tinha visto algum
como aquele. Por impulso,arranquei-o imediatamente e o pus na boca.
O filho do lenhador fez o mesmo logo que suas mãos tocaram um
cogumelo dourado,solitário, que crescia logo ao lado do tronco caído onde estávamos
sentados anteriormente.
em alguns segundos lembro de sentir minha língua adormecer.
Cuspi o cogumelo fora. Uma leve dor tomou o meu estomago. Era suportável, nada
fiz a respeito.
Nossos corpos rolavam na grama sob o céu estrelados, nossos
risos podiam ser ouvido bem alem das nuvens que se dissipavam no céu claro.
Repentinamente uma onda de cores tomou a noite. Flashes coloridos brotavam do
alto iluminando a silhueta das arvores. Algumas fadas de brilho dourado
surgiram do interior de arbustos girando a nossa volta. Sentei-me para assistir
ao espetáculo. O filho do lenhador, ainda deitado no chão observava-me sem
dizer nada.
“não é lindo?” falei
“o que é lindo?” perguntou-me o filho do lenhador ficando de
pé.
Gargalhei. Uma alegria descomunal tomou meu espirito. Toda a
magia do lugar parecia se revelar pra mim aquela noite. Como se o santuário
confiasse a mim todo o seu segredo.
Nenhum comentário:
Postar um comentário