“não o conhecia, querido. Você mora aqui
perto?” perguntou mamãe ao filho do lenhador enquanto saboreávamos a torta.
“sim. Moro pertinho da igreja” respondeu
ele.
“a gente sempre brinca junto à tarde no
bosque” comentei todo sorridente.
“acho que seria mais divertido que vocês
brincassem aqui em casa. O jardim é grande e é menos perigoso” pediu mamãe.
“mas aqui tem muito adulto” relutei
“por isso é mais seguro.” sorriu mamãe
“por mim tudo bem” falou o filho do
lenhador
“então tudo bem. Vamos brincar aqui amanhã”
falei sorrindo de volta.
naquela noite, Jack e eu fomos à cidade
a cavalo. Ele pediu-me que guardasse segredo.
“hoje à noite você vai se tornar um
homem” disse-me.
Na cidade, paramos em frente a uma casa
sem lamparinas na entrada.
Sua porta ficava escondida logo atrás de
uma arvore e no seu interior muitos homens bebiam, fumavam e gargalhavam juntos
a mulheres nuas.
“onde está Shirley?” perguntou Jack a
uma senhora de cabelos loiros.
“esta na cozinha, meu anjo. E esse
rapagão com você? Quem é?” disse a loira
“meu irmão. Ele veio aprender algumas
lições que Shirley me já havia me ensinado” falou Jack enquanto puxava-me pelo
braço.
Na cozinha, Shirley estava sentada sobre um
balcão de pedra. Trazia uma taça na mão e um cigarro na outra. Tinha a idade de
minha mãe, era ruiva, cabelos ondulados e volumosos, batom escuro e vestia um
espartilho amarrando a cintura fina, mais nada.
- “quero que cuide desse rapaz. Faça
dele um homem” pediu Jack.
A moça descruzou as pernas e desceu da
bancada, segurou minha mão e desfilou com seu sapato de salto altíssimo comigo
pela casa, atravessando corredores escuros e adentrando seu quarto.
“quero que relaxe, meu amor. Não tenha
medo. Abra sua mente e deixe seu corpo viajar no meu, entende?” disse-me ela
rebaixando o espartilho e acariciando os seios com minhas mãos.
Shirley desabotoou minha camisa com suas
longas unhas cor de vinho e alisou meu peito, escorregando a mão pela minha
barriga e descendo por dentro de minhas ceroulas. Uma forte excitação tomou meu
corpo e junto a ela um grande calafrio. Uma mistura de medo e de prazer
Ela suspirava e gemia muito. Pediu que
eu deitasse em sua cama e me despiu por completo, montando nua sobre mim. Ela
beijava meu pescoço e lambia minha orelha. Ela me incentivava baixinho no
ouvido, enquanto punha meus dedos em sua genitália despida. Desceu sua boca
sobre meu corpo. Suas caricias me satisfaziam, mas não tirava a culpa de meus
ombros. Ao final, ela vestiu-se novamente, pedindo que eu fizesse o mesmo.
Acendeu um cigarro e saiu do quarto.
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